Câmara de Almodôvar aprova orçamento de 22,5ME para 2022
A Câmara de Almodôvar, aprovou um orçamento de 22,5 milhões de euros, que será o maior de sempre da autarquia e conta com mais de sete milhões de euros em investimentos.
“A grande marca do orçamento” para 2022 “é a continuidade das obras em curso e o lançamento de obras que achamos necessárias para apetrechar o concelho de melhores condições de vida”, disse à agência Lusa o presidente do município, António Bota (PS).
O Orçamento e Grandes Opções do Plano da Câmara de Almodôvar para 2022, que representa um aumento de um milhão de euros relativamente a este ano, foi aprovado em assembleia municipal na quarta-feira, com os votos a favor do PS e contra dos eleitos do PSD.
Segundo o autarca alentejano, o documento inclui “18 obras em curso” que transitam para 2022, “o que equivale a cerca de 4,5 milhões de euros” de investimento.
“E temos mais obras para avançar no próximo ano, no valor de 2,5 milhões de euros”, acrescentou.
Entre estas, António Bota destacou a criação dos novos loteamentos para habitação do Mártir Santo, em Almodôvar, e na freguesia de Rosário, assim como duas obras de regeneração urbana na sede de concelho.
Para o próximo ano, a câmara municipal prevê ainda avançar com a primeira fase das obras de requalificação da escola secundária e o arranjo de uma estrada municipal na freguesia de Almodôvar e Graça de Padrões.
A criação de um novo refeitório na escola básica n.º 1 de Almodôvar, o lançamento da obra da nova creche municipal e a requalificação do Museu da Escrita do Sudoeste Alentejano são outros dos investimentos previstos no orçamento da Câmara de Almodôvar para 2022.
A par disto, “temos uma montanha de outros projetos, desde a cultura à educação”, frisou António Bota.
Segundo o autarca, “além de um orçamento de continuidade”, este “é também um orçamento dedicado aos projetos que se dedicam às pessoas”, o que “é mais importante que obras novas”.
“Temos de adaptar o concelho às novas exigências e, acima de tudo, de apostar na formação, na educação, nas eficiências hídricas e energéticas, assim como naquilo que são as novas necessidades digitais ao nível do trabalho, dos estudantes e dos serviços”, concluiu António Bota.
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