Beja: PCP leva protesto a vários pontos do distrito. Na capital há um buzinão
O protesto vai chegar a vários concelhos do distrito de Beja, a partir de hoje. Trata-se de uma ação de denúncia, esclarecimento e luta reivindicativa integrada na iniciativa nacional do PCP ‘Romper com Injustiças – Novo Rumo para Portugal, Uma Vida Melhor’. Na capital de distrito há um buzinão, pelas 18. 00 horas.
"Denunciar a política de direita e evidenciar as injustiças que dela resultam, contrapondo a realidade vivida pela maioria da população aos lucros dos grupos económicos" é o principal objetivo.
Os comunistas destacam o agravamento das condições de vida, a degradação dos serviços públicos, as dificuldades no acesso à habitação, a privatização de empresas e sectores estratégicos e o favorecimento dos grandes grupos económicos.
Neste primeiro dia de campanha, em Beja, há uma sessão pública e ação de contacto com trabalhadores da rodoviária, no Terminal da Rodoviária do Alentejo, a partir das 7.30 horas, com a participação de Miguel Violante, membro do Comité Central do PCP. À tarde, pelas 18.00 horas vai decorrer um buzinão contra o aumento do custo de vida, entre a Rotunda da Força Aérea e a Rotunda do Continente Retail, na EN260.
Para Alvito está marcada uma ação de contacto com os
trabalhadores da câmara municipal, em Aljustrel, às 18. 00 horas, realiza-se
uma sessão pública, no Largo Junto ao Mercado Municipal, com a participação de
Elsa Dores, membro do Secretariado da DORBE do PCP.
Em Castro Verde a aposta vai também para uma ação de contacto com os
trabalhadores do município, na vila de Ferreira do Alentejo está agendada uma
ação de contacto com a população junto a uma superfície comercial.
Esta campanha também chega, hoje, a Serpa com uma ação de contacto com utentes no
Centro de Saúde, com professores Escola Básica de Pias e com a população junto a uma superficie comercial.
Na vila de Vidigueira estão previstos contactos junto à Escola Básica.
Até 11 de outubro, estão previstas outras iniciativas para “dar
expressão às reivindicações e à necessidade de romper com uma política que agrava
desigualdades e injustiças,”.
O PCP exige o aumento e valorização urgente dos salários, com aumento do
salário mínimo nacional para 1.100 euros em 2027, e das pensões, com aumento no
valor de 50 euros/por pensionista, com retractivos a 1 de julho de 2026. É ainda
exigido o controlo de preços com medidas para travar o custo dos combustíveis,
da alimentação e de bens essenciais.
Comente esta notícia
Destaques
Papa Leão XIV nomeia Padre de Barrancos para corpo diplomático da Santa Sé
Utilização do espaço aéreo pela Força Aérea impede Escola de Pilotos em Beja- Gonçalo Valente
Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos estima produção recorde na campanha de azeitona
