ERT quer "impulsionar" o Turismo Sustentável do Alentejo e Ribatejo
“Impulsionar o Turismo Sustentável do Alentejo e Ribatejo: acelerar a mudança” é o tema de uma conferência que vai decorrer, hoje, nas instalações do PACT - Parque do Alentejo de Ciência e Tecnologia, em Évora.
Esta conferência que surge no âmbito da apresentação pública do PREST – Plano Regional do Ecoturismo e da Sustentabilidade do Alentejo e do Ribatejo é promovida pela Entidade Regional de Turismo, em parceria com a Biosphere Portugal.
Dar a conhecer as medidas operacionais que podem ajudar a alavancar investimentos de sucesso do setor privado alinhados com o Portugal 2030, assim como os programas do Turismo de Portugal, duas importantes ferramentas para acelerar o investimento regional, com incidência nas áreas da transição climática e digital são os principais objetivos.
“Em linha com as orientações de entidades como a Organização das Nações Unidas, Organização Mundial do Turismo ou o Global Sustainable Tourism Council, temos vindo a fazer um caminho rumo às boas práticas na gestão dos destinos. Neste sentido, o Plano Regional do Ecoturismo e da Sustentabilidade do Alentejo e do Ribatejo que vou apresentar é um instrumento fundamental no percurso que devemos seguir no âmbito da transição climática e digital”, afirma José Manuel Santos, presidente da Entidade Regional de Turismo.
Ainda de acordo com José Manuel Santos, a conferência visa também “contribuir ativamente para a geração de projetos vencedores que acelerem a mudança do território e dos seus agentes rumo a um Alentejo e Ribatejo + competitivos & + sustentáveis”.
A Turismo do Alentejo e Ribatejo recorda que “tem vindo promover as boas práticas dos destinos, nomeadamente através da estruturação e dinamização de vários produtos, como o Walking, o Cycling, as Áreas de Serviço para Autocaravanas ou os Caminhos de Santiago e, simultanemante, atribuiu Certificados Biosphere Responsible Tourism a várias unidades de alojamento do território que concluíram o processo de implementação de medidas que visam um comportamento sustentável ao nível da gestão do negócio; da preservação do património cultural; da participação no desenvolvimento económico e social e da utilização eficiente dos recursos e do ambiente.”
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